A viagem no tempo

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Um tema científico que apaixona a humanidade e que vem da mais remota antiguidade, é a viagem no tempo.
Na verdade, há muito viajamos no tempo quando nos reportamos ao passado através de uma história ou narrativa, porque para lá nos deslocamos através da literatura, da leitura, do pensamento, do sentimento de nostalgia e da memória.
Porém, em teoria , é possível viajarmos fisicamente no tempo, para o futuro ou para o passado .
Quando, por exemplo, dois automóveis saem de S. Livramento com destino a Porto Alegre, ambos estão viajando para o futuro. Um deles vamos supor que seja um fusca e o outro um Ford Mustang. Ambos saem de Livramento ao meio dia. Daí quatro horas, ou seja, às 4 horas da tarde, o Mustang já se encontra em Porto Alegre e o seu dono está confortavelmente sentado, tomando mate e olhando TV em seu apartamento, depois de ter tomado um banho. Enquanto isso, nesse mesmo horário, o fusquinha (tuc tuc tuc tuc tuc), recém está passando pelo trevo de Santa Maria. Ou seja, o Mustang está no futuro e o fusca ainda está no passado. Por isso, o dono do Mustang se tornou 4 horas mais jovem do que o dono do fusca.
Ou seja, tudo é uma questão de velocidade, direta ou inversamente proporcional.
Einstein e seus colegas nos explicam isso através de seus estudos e fórmulas.
Outro exemplo poderia ser o de um astronauta que viajasse da Terra para a lua à velocidade da luz, que é de 300.000 km s, enquanto ele teria gastado apenas 2 segundos para ir e voltar (um pouco mais, pois a distância da Terra à Lua é de aproximadamente 384.000 km), outro astronauta viajando se fosse possível à velocidade de 35.000 km h, demoraria mais ou menos 20 horas para fazer o mesmo percurso de ida e volta.
Na verdade, apenas não estamos adequadamente aparelhados em tecnologia para viajar no tempo, mas em teoria isto é perfeitamente possível.
Outra questão interessante com respeito à matéria e energia é a da desmaterialização e materialização físicas, como aconteceu em função do misterioso e ultra-secreto experimento do projeto Filadélfia, que virou filme em 1984, quando, em outubro de 1943, sob o comando do famoso físico e engenheiro croata Nikola Tesla, um navio da marinha norte-americana foi desmaterializado (tornado invisível) no estaleiro da Filadélfia, na Pensilvânia, e materializado novamente.
Muitos destes estudos e experimentos permanecem como segredos científicos que aos poucos vão sendo divulgados.
Agora a NASA admite a hipótese da existência de universos paralelos. É o que se divulga depois que a antena ANITA (Antena Impulsiva Transitória Antártica), instalada na Antártida, cuja extremidade superior está presa a um balão de hélio a 35.000 metros de altura, captou a passagem de raios cósmicos, ou neutrinos, vindos de fora do planeta rumo à Terra que se enterram no gelo da Antártica e outros que partem do interior do nosso planeta rumo ao espaço.
O que isto irá representar com referência à viagem no tempo, saberemos oportunamente.