Advogado quer que Barroso e Fachin sejam investigados por crime eleitoral

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O advogado alega que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quanto então sob o comando dos dois ministros, não poderia ter condecorado personalidades, descritas pelo defensor como ativistas políticos pró-Lula, em ano eleitoral.

“Um membro do Tribunal Superior Eleitoral condecorar ativistas políticos em pleno ano eleitoral, caracteriza sem SOMBRA DE DUVIDAS, grave crime eleitoral, pois, claramente induz a população a acreditar que os condecorados, (ativistas políticos pró-Lula), teriam e tem o ‘aval’ do tribunal e assim favorecendo o outro candidato a disputa eleitoral, tal ‘ATO’ não pode ser aceito, por tratar de crime eleitoral praticado pelos noticiados, com o uso da máquina estatal”.

No entanto, no evento de condecoração do TSE, em 29 de março, Barroso elogiou as personalidades homenageadas e afirmou que “quem é do bem, sabe quem é do bem e sabe onde o bem está”, sem fazer nenhuma menção político-partidária.

A notícia também foi analisada pela Joven Pan News:

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