Entidade promete abrir ‘caixa-preta’ do Mais Médicos

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A Organização Pan-Americana da Saúde era utilizada para driblar regras brasileiras e internacionais

Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) comprometeu-se anteontem a rever sua atuação no programa Mais Médicos. De acordo com a entidade, ela repassou mais de meio bilhão de dólares a Cuba, que ajudou a financiar a política de saúde.

O consultor Leonardo Coutinho deu evidência à notícia.

Em síntese, a organização foi utilizada para driblar regras brasileiras e internacionais, de modo que o governo Dilma Rousseff importasse médicos cubanos. Esses profissionais eram submetidos à situação que beirava a escravidão no Brasil.

Atolado em denúncias, o Partido Comunista cubano saiu do programa em 2018.

Conforme os fatos que começaram a vir à tona em 2015, o Itamaraty supostamente era ignorado por Dilma nas discussões sobre o plano para acobertar o verdadeiro objetivo do convênio com a Opas: ocultar que a contratação de médicos cubanos era um acordo bilateral entre Cuba e Brasil.

Leia o comunicado sobre a entidade

MICHAEL R. POMPEO, SECRETÁRIO DE ESTADO

O governo dos Estados Unidos congratula-se com a decisão da Organização Pan-Americana da Saúde de iniciar uma revisão independente de seu papel no programa Mais Médicos, segundo o qual a OPAS forneceu mais de um bilhão de dólares a Cuba.

Os Estados Unidos e outros principais países membros da OPAS têm trabalhado ativamente com a liderança da OPAS para elaborar esta revisão sobre como o Mais Medicos foi iniciado e operado. A revisão foi projetada para responder às perguntas que o governo dos EUA levantou.

Os Estados Unidos trabalharão para proteger nossas instituições parceiras de qualquer tentativa maligna de corromper sua verdadeira missão, preservando os interesses do contribuinte dos EUA.

Com Revista Oeste