RS: Presidente da FIERGS defende retomada das atividades industriais para “sobrevivência das empresas”

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Para Gilberto Porcello Petry, país só vai reaquecer economia se aplicar medidas de ajuste fiscal e aprovar reformas estruturais

O Brasil precisa retomar a economia da indústria tão logo a crise causada pelo novo coronavírus seja superada. A opinião é do presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. Entre as medidas que ele sugere para reaquecer o setor, estão a continuidade do ajuste fiscal da União, estados e municípios e a aprovação de reformas estruturais.

“Será uma tarefa gigantesca, mas com união e bom senso de autoridades, governantes e políticos, vamos superar esse problema rumo a uma indústria cada vez mais preparada para o futuro. Sempre lembrando que a sobrevivência das nossas empresas depende das medidas que adotamos hoje”, defende Petry.

O presidente da FIERGS avalia que, no Rio Grande do Sul, o segmento industrial tem capacidade de contribuir para superar esse momento de crise. Instituições como o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) são, segundo ele, fundamentais nesse processo de recuperação, já que capacitam profissionais para o pós-crise e se mostram eficientes no combate à pandemia.

“Nesse esforço coletivo, somamos o trabalho do SESI, do SENAI e do IEL do Rio Grande do Sul, que fazem parte do sistema FIERGS. Também estamos juntos com os sindicatos industriais e associações, centros e câmaras de indústrias que atuam em todas as regiões gaúchas”, ressalta o presidente.

Segundo informações da FIERGS, mais de 90% do setor industrial no Rio Grande do Sul foi afetado com a paralisação na produção ou queda na demanda por causa da crise. A cadeia de fornecimento do setor sofreu alto impacto da produção física. Houve queda de 20% em março, na comparação com fevereiro. Nos indicadores da entidade, o recuo do faturamento das indústrias do estado chegou a 7,3% no período.

Repórter Marquezan Araújo