O presidente Bolsonaro

Esta eleição à presidente do Brasil em 2018 ficará na história mundial.

Um candidato, que lutou contra a maior organização criminosa surgida no seio político das nações, englobando á­ imprensa nacional brasileira e internacional, artistas, clero católico, ONGs de todo tipo, bandidos de toda espécie, encarcerados ou não, e os venceu sem dinheiro, televisão, programas de rádio ou qualquer outro apoio da mí­dia, só com seus valores reconhecidamente universais e recursos mí­nimos de financiamento e divulgação. 

Decência, austeridade, honestidade, retidão, patriotismo, legalidade, integridade individual, transparência nas ações, responsabilidade, são paradigmas que se agregaram à sua personalidade oriundas de uma formaçãoo moral/profissional reconhecidamente sólida.

Sim, esta eleiçãoo vai para os anais da competição polí­tica mundial, pois Bolsonaro com seus valores e atitudes, derrotou uma ideologia, que só se mantêm pela violência e corrupção, historicamente em toda atividade pública e polí­tica mundial, tanto que, os antigos paí­ses escravizados pela Cortina de Ferro na Europa, baniram até seus sí­mbolos na vida pública.

O reconhecimento do sofrimento e atraso, que levaram àqueles povos,  fez os seus Parlamentos os proibirem até de se manifestar, embora sejam paí­ses democráticos, que procuram a liberdade aos seus habitantes.

O Brasil rumará, sem dúvidas, para um outro patamar de convivência no rol das nações com engrandecimento de sua economia e maior participação internacional.

Na vida nacional, nos livraremos de inúmeras amarras, que impedem  nosso progresso e à maior congraçamento em todas as áreas, com países desenvolvidos.

As novas rotas já foram traçadas no primeiro discurso do presidente eleito após a apresentação do resultado oficial da apuração dos votos.

Um novo Brasil surgirá do caos que foi transformado pelas sucessivas administrações esquerdistas.

O fortalecimento das redes sociais foi um fato inconteste e assim como sua penetração na sociedade.

Mas não nos iludamos com a oposição selvagem, que os partidos das trevas apresentarão. As palavras de seus lí­deres, logo após a derrota, denotam o ressentimento, a cegueira, a falta de comprometimento com a democracia, obscurantismo e o que farão daqui para frente.

Mas as palavras do presidente eleito nos tranquilizam sobre como será a plataforma de governabilidade e governança.

Novos tempos nos esperam!

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